Segmentação em três dimensões, uma realidade que a Big Data nos trouxe.


Em relação ao futuro, estou fazendo a minha parte. Unindo o meu conhecimento em comportamento humano, politico com as informações disponíveis e mais as possibilidades de mídia.

Hoje muito se fala nas segmentações já disponíveis a todos. Segmentações baseadas em consumo de mídia, em comportamentos de navegação e geográfica. O que é bárbaro. Sensacional para melhorar a eficiência da comunicação. A segmentação por gênero, idade, renda e afinidade por temas expostos na mídia. Também. A mídia digital nos traz. Podemos dizer que temos aí uma dimensão de segmentação. Mas podemos ser mais eficientes. Podemos somar mais duas dimensões, uma a psicográfica e outra argumental.

Explico.

Podemos somar a estas segmentações, as segmentações baseadas em traços de perfis psicográficos. Na segmentação psicográfica, os compradores são divididos em diferentes grupos, com base em seu estilo de vida, sua personalidade e seus valores. Pessoas do mesmo grupo demográficos podem ter perfis psicográficos diferentes. Ou seja, se definimos uma matriz psicográfica para descobrirmos quem é uma pessoa consciente do seu papel no mundo, preocupado com o planeta terra, com o futuro da humanidade, podemos definir uma argumentação de sustentabilidade. Ou seja, temos aqui uma segunda dimensão de segmentação.

Vamos à terceira dimensão. Com o uso de pesquisas de opinião (quantitativas e qualitativas) podemos construir territórios de argumentação. Qual a argumentação correta para cada consumidor. Podemos definir uma hierarquia de features do produto do ponto de vista visual ou de acordo com o que o cliente quer ouvir. 

Ou seja, se a mídia hoje nos permite entregar uma comunicação personalizada, e por isso mesmo muito mais efetiva, por que não estamos fazendo isso?

Estou aqui para dizer que está na hora de (usar)  dar mais peso à Big Data, e não para alardear que ela existe.


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