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Nando Bolognesi

Nando Bolognesi tem hoje quarenta e cinco anos. Aos vinte e um ficou sabendo que sofria de uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante. Formou-se em economia na USP, história na PUC, se casou, adotou um filho e resolveu dar uma virada na própria vida ao ingressar na concorridíssima Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP.

Transformou-se no palhaço Comendador Nelson. Atuou por quatro anos nos Doutores da Alegria; fez parte, por dez anos, do elenco de palhaços-improvisadores do consagrado espetáculo Jogando no Quintal e criou o pioneiro projeto Fantásticos Frenéticos - palhaços em hospitais psiquiátricos onde atuou por três anos.

No cinema participou do elenco dos filmes Bicho de sete Cabeças de Lais Bodansky e Carandiru de Hector Babenco.

No teatro trabalhou com diretores como Celso Frateschi, Elias Andreato, José Rubens Siqueira, William Pereira e Cristiane Paoli Quito

Tipos de Trabalhos

Se fosse fácil, não teria graça.
 
A palestra-espetáculo Se fosse fácil, não teria graça, baseado no livro Um palhaço na boca do vulcão (Ed.Grua) narra, sempre com muito bom humor, a trajetória do autor/interprete, que conta como aprendeu a conviver com as limitações impostas por uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante.

O ator mescla um relato engraçado, humano e comovente sobre como podemos transformar dificuldades, limites e crises em alegrias, desafios e realizações.

Resiliência,superação, protagonismo e criatividade são alguns temas contemplados nessa apresentação que sugere diversas reflexões sobre a vida, a morte, nosso lugar no universo e nossa relação com a alteridade.

Se fosse fácil, não teria graça, é apresentada em teatros, empresas e congressos e, desde 2013, nos faz rir e chorar ao mesmo tempo e nos convida a uma série de reflexões sobre nosso modo de estar no mundo.