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Bob Rossato - Viajanet

Eu e o Alex Todres, meu socio, nos conhecemos em 2007, quando trabalhamos juntos em uma agência de viagens virtual.

Dois anos depois, recebemos um convite do fundo americano Travel Investment Technology. Eles queriam investir em um site de viagens no Brasil e procuravam alguém com experiência nesse mercado.

Decidimos então criar uma startup com foco nas classes C e D e fechamos acordo com o fundo. Desde o começo, a meta era um modelo sob medida para esse público, que ainda estava se familiarizando com a internet e não tinha intimidade com o universo do turismo.

O site entrou no ar em novembro de 2009. Em cinco meses de atuação, já tínhamos mais de 50 mil usuários cadastrados. Projetamos um faturamento de R$ 12 milhões em 2010 e chegamos a R$ 55 milhões.

Acho que isso aconteceu porque direcionamos nossos esforços para atender um tipo de cliente específico. Tudo foi pensado para o público que está viajando pela primeira vez. Usando a Amazon e o eBay como referência, investimos na usabilidade do site.

Também demos preferência a produtos promocionais e criamos facilidades de pagamento. Esse público está acostumado a comprar fogão e geladeira em 10, 15 vezes. Por que seria diferente com passagens aéreas?

Escala – Queríamos crescer muito, e em pouco tempo. Para isso, precisaríamos de investidores. Em novembro de 2010, recebemos um aporte do fundo espanhol IG Expansion. Usamos o dinheiro para incrementar o marketing e aumentar a base de usuários.

Em maio de 2011, atraímos uma injeção de US$ 19 milhões dos fundos americanos General Catalys e Redpoint Ventures. Com esse apoio, alcançamos um faturamento de R$ 200 milhões em 2011.

O objetivo, agora, é partir para o mercado internacional. Já abrimos um escritório no México e estamos planejando expandir a operação para Argentina, Colômbia e Venezuela.

Temas de Palestras

- Empreendedorismo
- Empresários / Executivos de Sucesso
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- Vendas / Varejo / Telemarketing