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Roberto Kovalick

Roberto Kovalick jornalista e repórter. Atua em rádio e televisão. Foi repórter internacional da Rede Globo.

Formou-se como jornalista, em 1986, pela Universidade federal do Rio Grande do Sul- UFRGS.

Seu começo profissional, foi como estagiário na Rádio da Universidade da UFRGS. Logo foi trabalhar na Rádio Gaúcha, em Porto Alegre. Depois foi jornalista por três anos da RBSTV- afiliada da Rede Globo.

Em 1990, foi para a Rede Globo, como repórter do “ Jornal Nacional”. Fez importantes reportagens, como o sequestro do menino Pedro Tiago de Orleans e Bragança, da família real. Fez o sequestro do ônibus 174. Era colega e amigo de Tim Lopes .

De 2000 a 2004, Kovalick foi repórter em Brasília (tendo antes ficado dez anos no Rio, também como repórter). De 2005 a 2008, foi correspondente da Globo nos Estados Unidos.

Ele queria ser correspondente no estrangeiro, desde menino, quando assistiu o filme: “Todos os Homens do Presidente”, sobre o caso Watergate.

De 2005 a 2008, Kovalick foi correspondente em Nova York. Fez reportagem sobre Michael Jackson para o “Fantástico”.

Ainda nessa época cobriu , em Nova Orleans o furacão Katrina, a eleição de Barack Obama, a crise econômica. Esteve ainda no Haiti. Percebeu que os haitianos tinham revolta contra a Força de Paz, mas gostavam dos brasileiros.

Numa vitória brasileira, em futebol, colocaram camisetas nas cores do Brasil, e desfilaram em carros abertos, para nos homenagear.

Em 2009, Kovalick foi para o Japão. Ficou em Tóquio.

Diz ele: “Precisei me adaptar em tudo. Ensiná-los o modo de trabalhar dos brasileiros, e aprender com eles, os modos deles”. O dificil era entrar num restaurante e pedir uma comida. Logo aprendi quanto tinha que pagar,mas nunca sabia o que ia comer”.

Seu maior desafio, foi mandar para O Brasil notícias sobre o terremoto e sobre o tsunami que lá aconteceram na época.

Roberto Kovlick foi capa da revista “ Vitrine”,em 2009, e esta é a revista de maior circulação entre a comunidade brasileira no Japão.

Em março de 2011, encarou o seu maior desafio: mandar informações para o Brasil sobre o terremoto e o tsnuami que atingiram o país.

Quando estava a caminho da região atingida pelo tsunami, houve o acidente com a usina nuclear de Fukushima.

Tomou um caminho mais longo e acidentado e, graças a isso, foi o primeiro repórter a chegar a Sendai, a cidade mais atingida, depois de uma viagem de 14 horas ininterruptas de carro.

Venceu o Prêmio Comunique-se 2012, na categoria Correspondente Brasileiro no Exterior - Mídia Eletrônica.

Há 25 anos na Globo, o principal correspondente em Londres da emissora estava em férias na semana de 7 de janeiro de 2015, quando o terror atingiu a capital francesa.

Retornou, assumiu a cobertura do pós-atentados contra o jornal satírico Charlie Hebdo e o mercado judaico Hyper Casher e foi destaque a cobertura emergencial ao lado de Pedro Vedova.

O comunicado enviado pelo diretor geral de Jornalismo e Esportes, Ali Kamel, enviado em 25 de setembro de 2015, trouxe informações sobre as mudanças na equipe de correspondentes no exterior, da TV Globo.

Entre os correspondentes da emissora envolvidos está Roberto Kovalick, que deixa Londres e retorna ao Brasil em janeiro de 2016. De volta, Kovalick volta a trabalhar em São Paulo


PALESTRA: Fazer bem ao mundo faz bem ao bolso

Investir em Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável podem representar uma vantagem competitiva para as empresas e uma excelente oportunidade para profissionais subirem na carreira.

A comparação do Ibovespa (principal índice da B3, a Bolsa de Valores brasileira) com o ISEE (índice que mede o desempenho de ações de empresas que se comprometem a adotar políticas de sustentabilidade) não deixa dúvidas: as empresas que investem em desenvolvimento sustentável são mais resilientes nas crises e trazem retornos maiores e com menos volatilidade para quem tem ações delas. Em todos os países que adotam índices semelhantes ao ISEE, verifica-se o mesmo resultado. E vários estudos mostraram as vantagens econômicas para as empresas em investir em sustentabilidade e responsabilidade social.

Entre os motivos, está o fato de elas  estarem menos propensas a crises causadas por danos ambientais, mudanças regulatórias e terem menos problemas trabalhistas e com grupos de pressão. Mostramos o caso da Vale e uma reportagem que fiz em Brumadinho.

Essas empresas também são mais bem vistas pela sociedade; ou seja, tem praticamente propaganda de graça. Além disso, costumam investir em novas tecnologias, o que lhes dá uma grande vantagem competitiva em relação aos concorrentes no futuro. Caso exemplar é o do carro híbrido Prius da Toyota, que foi criado na metade da década de 90, quando o mundo começou a falar em economia sustentável. A aposta se mostrou acertada: hoje a Toyota é a maior montadora do mundo, cresce sem parar em mercados como a China, enquanto as concorrentes americanas têm prejuízo e são obrigadas a comprar a tecnologia da Toyota para fazer seus próprios carros híbridos. Recentemente a Ford fechou sua unidade no ABC por causa dos seus problemas globais.  Mostro uma reportagem que fiz no Japão sobre o Prius.

Tipos de Trabalhos:

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- Técnicas de Comunicação

AT- 01-09