TEMAS


Marcelo Collet

Marcelo foi atropelado aos 17 anos, nas ruas centrais de Salvador, durante um treino de ciclismo para uma prova de triatlo, modalidade que praticava.

No acidente, o atleta teve a perna esquerda atingida um pouco acima do tornozelo e, desde então, passou a ter dificuldades para andar. Por conta disso, Collet deixou o triatlo e passou a se dedicar apenas à natação.

No Parapan de Mar Del Plata, na Argentina, o nadador conquistou um ouro, duas pratas e um bronze. Já no Parapan do Rio, Marcelo faturou um ouro no revezamento 4x100m medley e três bronzes nas provas dos 100m e 400m livres e nos 100m borboleta.

Collet também gosta de participar de provas em mar aberto. Recentemente ele se tornou o primeiro paraolímpico a cruzar o Canal da Mancha, que liga a Inglaterra à França.

A empreitada é considerada um dos maiores desafios que um nadador pode enfrentar por conta das fortes correntes e da água gelada, que fazem da travessia uma luta.

Collet venceu essa batalha como manda o figurino: usando apenas sua sunga e touca. Depois dessa conquista, ele traçou mais um objetivo: vencer o Estreito de Gibraltar, que separa o continente europeu do africano.

Após o período de dedicação total a natação, Collet fez renascer em sua vida o triatlo, esporte que o lançou como atleta. A modalidade entrou como novidade no programa paraolímpico dos Jogos do Rio 2016 e trouxe de brinde o retorno de Collet ao seu berço.

Multi-habilidoso, o baiano matou a saudade de travar batalhas no mar e na terra em sua estreia na temporada 2013, quando tornou-se vice-campeão mundial pela categoria TR5, para pessoas com algum tipo de lesão nas pernas do joelho para baixo.

Aos 38 anos, ele vai reestrear com três pernas novas.

Temas de Palestras

- Atletas Paraolímpicos
- Competitividade
- Deficiência Física
- Esportes
- Motivação
- Superação de Desafios / Mudanças
- Trabalho em Equipe / Disciplina

AT 11-09