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Jefinho

Como muitos dos maiores craques do futebol do país, Jeferson da Conceição Gonçalves, o Jefinho, aprendeu a driblar e a dominar a bola jogando peladas com amigos na rua de casa, em Candeias, no interior baiano.

Mas, para que pudesse brincar em igualdade, uma vez que era praticamente cego, algumas adaptações eram necessárias: a bola era colocada dentro de um saco plástico, para fazer barulho, e, além disso, algumas orientações de espaço eram dadas a ele no grito pela molecada.

Dali a tornar-se um dos melhores jogadores do mundo no futebol de 5, modalidade paraolímpica disputada por atletas com deficiência visual, foi uma jornada que exigiu muito de seu dom natural, persistência diante das adversidades para um cego que vive no Brasil e sorte.

Considerado o melhor do mundo em 2010, tricampeão mundial e bicampeão paraolímpico (Pequim-2008 e Londres-2012), o pivô tem um dos chutes mais fortes do elenco nacional. É um marcador duro, mas também apresenta-se no ataque com desenvoltura de goleador. É veloz, disciplinado e concentrado.

Antes do futebol, Jefinho, que perdeu totalmente a visão ao sete anos, em decorrência de um glaucoma, praticou natação e atletismo. Aos 12, conheceu a modalidade que o revelou para o mundo.

A escola para o esporte foi a mesma que o preparou para lidar com a cegueira e construir uma vida comum, em sociedade: o ICB (Instituto de Cegos da Bahia), em Salvador.

Tema de Palestra

- Conhecendo a Pessoa com Deficiência
- Esportes
- Superação de Desafios / Mudanças
- Trabalho em Equipe / Disciplina
- Atletas Paralimpicos
- Motivação
- Competitividade