TEMAS


Claudia Feitosa Santana

Pós-doutora em neurociências integradas pela University of Chicago, doutora em neurociências e comportamento pelo NEC/USP, mestre em psicologia experimental pelo IP/USP, especializada em gerenciamento pela POLI/USP, graduada em arquitetura e urbanismo pela FAU/USP e engenharia civil pelo Mackenzie.

Sócia da Neurociência e Desenvolvimento Humano, desenvolve projetos de pesquisa no Hospital Israelita Albert Einstein, na Università degli Studi di Firenze, na USP, na Universidade Federal do ABC, no MAC USP. Foi professora de neurociência na The School of The Art Institute of Chicago (SAIC), a segunda melhor escola de belas artes do mundo.

Estuda como o contexto influencia a percepção e o comportamento, das cores as decisões. Foi premiada por seus estudos pelo Pavlov Institute, Hospital Israelita Albert Einstein, International Color Vision Society e Universidade de São Paulo. Seu propósito: apresentar o conhecimento neurocientífico aplicável ao desenvolvimento humano, seja no plano individual ou no coletivo.

Atualmente, professora visitante da Universidade Federal do ABC e professora da Casa do Saber.

Pesquisadora colaboradora do Hospital Israelita Albert Einstein e da Universita Degli Studi di Firenze.

Foi professora de neurociências da The School of The Art Institute of Chicago (SAIC), considerada como a segunda melhor escola de belas artes do mundo.

Estudo como o contexto influencia a percepção e o comportamento, das cores às decisões, premiada por esses estudos pelo Pavlov Institute, Hospital Israelita Albert Einstein, International Color Vision Society e Universidade de São Paulo.

Temas de Palestras

Da Luz à Percepção: As Cores e o Cérebro Humano

A cor é uma construção exclusivamente mental. Em outras palavras, a cor existe apenas dentro dos cérebros e não no mundo físico. A cor é muitas vezes pensada como uma qualidade da luz ou de um objeto, mas isso não é verdade, pois a cor em si não está na luz nem no objeto, mas sim trata-se de um fenômeno perceptivo determinado por processos neuronais. A experiência de uma cor é como a compreensão da linguagem: não há sentido numa frase em japonês se a pessoa não aprendeu a língua assim como não há cor na luz ou num objeto. O encontro apresenta uma breve história da visão de cores sob a perspectiva da percepção e a evolução humana e aborda algumas questões da sociedade contemporânea que podem ser vistas sob essa ótica.

Neurociência e Criatividade: Uma visão da arte e dos processos científicos
O principal objetivo da Neurociência é entender o processo de funcionamento da mente humana em suas mais diversas potencialidades. A arte e seus processos criativos, por sua vez, fornecem instrumentos precisos e valiosos para esse propósito. Ao mesmo tempo em que o pensamento, o conhecimento e a memória são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano, as diversas representações de contraste, cor, movimento e profundidade dão ferramentas para o entendimento de como o mundo é apreendido. Os encontros fazem uso da arte como instrumento para entender a construção da realidade e têm por missão, usando a Neurociência como pano de fundo, desvendar os mecanismos por meio dos quais o ser humano se relaciona com o mundo e participa de sua construção.

Neurociência e Criatividade - Uma visão da arte e dos processos científicos
O principal objetivo da Neurociência é entender o processo de funcionamento da mente humana em suas mais diversas potencialidades. A arte e seus processos criativos, por sua vez, fornecem instrumentos precisos e valiosos para esse propósito. Ao mesmo tempo em que o pensamento, o conhecimento e a memória são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano, as diversas representações de contraste, cor, movimento e profundidade dão ferramentas para o entendimento de como o mundo é apreendido. Os encontros fazem uso da arte como instrumento para entender a construção da realidade e têm por missão, usando a Neurociência como pano de fundo, desvendar os mecanismos por meio dos quais o ser humano se relaciona com o mundo e participa de sua construção.

Neurociência e Liderança - Como a ciência pode contribuir para desenvolver líderes
O objetivo do curso é explorar o tema liderança a partir das contribuições da neurociência. Os encontros mostram o quanto a realidade é subjetiva, e como isso influencia as relações interpessoais e tomadas de decisão. Em diálogo com essa premissa, o curso fornece insights para ampliar a percepção do impacto de cada um sobre aqueles que o cercam, das diferentes formas com que as pessoas se comunicam e para a busca de relações mais sustentáveis e empáticas, conhecimentos imprescindíveis para quem está (ou pretende estar) em posições de liderança.

Neurociência, Razão e Emoção - Educação emocional e inteligência social
Ainda que grande parte das suas decisões aparentem ser irracionais – quem nunca escolheu uma avenida congestionada em horário de pico que atire todas suas pedras – não se aflija: por trás dessa aparência não há não apenas uma, mas muitas explicações. A neurociência tem estudado com afinco o modo como as pessoas se comportam, e isso vai da forma como percebem o mundo às tomadas de decisão mais corriqueiras. É mera intuição? É fruto de um (des)equilíbrio neuroquímico? Quais as estratégias disponíveis para desconstruir essa tendência (a de se enfiar em relacionamentos ruins também conta, #ficadica) a tomar decisões que, racionalmente, você sabe, são equivocadas?

A neurociência já possibilita conhecer os truques que cada um prega contra si mesmo, permitindo, com a tomada de consciência, a construção de uma maneira mais saudável de lidar com razão e emoção nas situações do cotidiano. Os dois encontros trazem dados de pesquisas de nomes como Daniel Kahneman e Amos Tversky (Rápido e Devagar), Hugo Mercier e Dan Sperber (The Enigma of Reason), Daniel Goleman (Inteligência Emocional) e Lisa Feldman Barret (How Emotions Are Made).

AT 4-9